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INTRODUÇÃO

O acesso aos cursos de licenciatura passou, com a publicação do Decreto-Lei nº 36/2014, de 10 de março a contar, com um novo contingente a partir do ano letivo 2014/2015: o estudante internacional.

Para este contingente são anualmente fixadas, pelo Presidente do IPS, um conjunto de vagas para cada par curso/Escola.

Aos estudantes internacionais será aplicada uma propina diferenciada (ver Propina).

CANDIDATOS

Podem candidatar-se à matrícula e inscrição nos ciclos de estudos de licenciatura do IPS os estudantes internacionais:

    a) Titulares de uma qualificação que dê acesso ao ensino superior, entendida como qualquer diploma ou certificado emitido por uma autoridade competente que ateste a aprovação num programa de ensino e lhes confira o direito de se candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferido;
    b) Titulares de um diploma do ensino secundário português ou de habilitação legalmente equivalente.
Podem candidatar-se à matrícula e inscrição nos ciclos de estudos de mestrado do IPS os estudantes internacionais:
    a) Titulares do grau de licenciado ou equivalente legal;
    b) Titulares de um grau académico superior estrangeiro conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo;
    c) Titulares de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo Conselho Técnico-Científico (CTC) da Escola que ministra o curso a que se candidata;
    d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo CTC da Escola que ministra o curso a que se candidata
CONDIÇÕES E INGRESSO

Constituem condições de ingresso no par Escola/Curso do IPS:

    a) A demonstração das condições expressas no artigo 3º do regulamento do Estudante Internacional do IPS;
    b) A demonstração do conhecimento da língua portuguesa;
    c) A verificação da satisfação dos pré-requisitos fixados para o par Escola/Curso a que se candidata, no caso de candidaturas a cursos de licenciatura, no âmbito do regime geral de acesso e ingresso regulado pelo Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro, alterado pelos Decretos-Leis n. 99/99, de 30 de março, 26/2003, de 7 de fevereiro, 76/2004, de 27 de março, 158/2004, de 30 de junho, 147-A/2006, de 31 de julho, 40/2007, de 20 de fevereiro, 45/2007, de 23 de fevereiro, e 90/2008, de 30 de maio;
    d) A demonstração da qualificação académica específica, no caso de candidaturas a cursos de licenciatura.
A demonstração da qualificação académica específica, para os cursos de licenciatura, é efetuada através da realização de uma prova de ingresso composta por:
    a) Prova documental;
    b) Prova escrita.
Quando o candidato é titular de curso de ensino secundário português, está dispensado da realização da prova escrita, sendo utilizadas as classificações das provas de ingresso de acordo com a ponderação especificada no artigo 13º.

Quando o candidato for titular de curso não português legalmente equivalente ao ensino secundário português é utilizada a classificação obtida nos exames finais do ensino secundário estrangeiro considerados homólogos das provas de ingresso, de acordo com a tabela aprovada anualmente pela CNAES para efeitos do disposto no artigo 20.º-A do Decreto-Lei n.º 296 A/98, de 25/9, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 90/2008.

Em todas as restantes situações o candidato pode realizar as provas de ingresso como aluno autoproposto ou realizar no IPS provas equivalentes às provas de ingresso portuguesas para o curso a que se candidata, sendo as classificações obtidas nas referidas provas utilizadas de acordo com a ponderação constante no artigo 13º.

Em função da classificação obtida na prova referida no ponto anterior, o candidato pode ainda ser admitido a uma prova oral, a qual pode, caso o júri assim prefira, ser realizada por teleconferência.

A demonstração da qualificação académica específica, para os cursos de mestrado, é efetuada através de prova documental.

Todos os documentos relacionados com a verificação da satisfação das condições de ingresso, incluindo as eventuais provas escritas efetuadas pelo estudante, passarão a integrar o seu processo individual.

CONHECIMENTO DA LÍNGUA PORTUGUESA

A frequência de um ciclo de estudo de licenciatura ou de mestrado exige um domínio independente da língua portuguesa de nível B2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas.

Com exceção dos que tenham frequentado o ensino secundário em língua portuguesa, os candidatos a este concurso especial de acesso têm, cumulativamente, que:

    a) Autodeclarar possuir o nível B2 ou superior de português;
    b) Apresentar um Diploma Elementar de Português Língua Estrangeira (DEPLE) ou submeter-se e obter aprovação numa prova de português, realizada pela ESE/IPS, à qual estão associados emolumentos e que terá lugar em calendário publicitado anualmente.
CANDIDATURAS

A candidatura às vagas é feita online, através do portal IPS, durante o período estabelecido no calendário aprovado anualmente.

DÚVIDAS

Para o esclarecimento de eventuais dúvidas, aconselhamos a leitura das respostas às perguntas mais frequentes (FAQs).

Em caso de necessidade, não hesite em contactar-nos pelo endereço divisao.academica@ips.pt .