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Estudantes Casos de Sucesso Bruno Passos
BRUNO PASSOS

Licenciatura em Gestão de Sistemas de Informação

Bruno Passos é diplomado em Gestão de Sistemas de Informação, pela Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal (ESCE/IPS).
Após um primeiro estágio na empresa SINFIC, atualmente desempenha funções como Senior Advisor na KPMG Advisory.

1. A área de Gestão de Sistemas de Informação sempre lhe suscitou interesse? Ou surgiram alguns fatores que motivaram a sua escolha?
O meu interesse pela área da gestão dos sistemas de informação sempre existiu, contudo foi numa fase posterior, onde comecei a compreender o impacto dos sistemas de informação no sucesso (ou falta dele) das organizações, que tomei a decisão de me dedicar a esta área.

2. O que o levou a optar pelo Instituto Politécnico de Setúbal, em especial pela Escola Superior de Ciências Empresariais, para realizar a sua formação académica?
A minha escolha pelo Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) ficou a dever-se à existência de um curso como o de Gestão de Sistemas de Informação (GSI), cujo programa curricular, sem ser demasiadamente técnico ou específico, consegue reunir um conjunto diversificado de conhecimentos multidisciplinares essenciais para a área da gestão dos sistemas de informação.

3. Como descreveria a preparação que obteve na licenciatura em Gestão de Sistemas de Informação?
A formação de um Licenciado em GSI é rica quanto à sua multidisciplinaridade, fazendo com que estejamos aptos para papéis importantes na gestão dos sistemas das organizações. Como exemplo, posso referir uma situação que, no meu entender, é essencial para o sucesso ou insucesso dos sistemas de informação, e que está relacionada com a ponte entre os departamentos de IT e as áreas de negócio, onde é comum a incompreensão pelo que é feito/desejado pela outra parte. Nestes momentos, a existência de alguém com conhecimentos de IT e de negócio é fulcral para quebrar estas barreiras de entendimento.

4. No decorrer da licenciatura quais os momentos que para si tiveram mais significado?
Penso que não consigo distinguir um único conjunto de momentos como os que mais significado tiveram para mim, contudo são muitos os momentos e pessoas com que lidamos ao longo da nossa vida académica que nos acabam por moldar como futuros profissionais da área de gestão de sistemas de informação.

5. Para si como foi a integração no mercado de trabalho?
Graças à boa prática do IPS em proporcionar estágios curriculares aos seus alunos, a sua integração no mercado de trabalho acaba por ser algo natural. No meu caso, tive oportunidade de efetuar um estágio curricular na SINFIC, uma empresa onde encontrei um ótimo ambiente de trabalho e pessoas muito competentes, ingredientes essenciais para tornar esta integração como apenas mais um passo na nossa vida profissional.

6. Fale-nos um pouco do seu percurso profissional, como chegou até à KPMG Advisory?
O meu percurso profissional iniciou-se em 2005, com a entrada como estagiário na SINFIC, uma consultora, onde tive oportunidade de trabalhar com pessoas muito experientes e que me ajudaram muito a perceber as principais diferenças entre o trabalho em equipa no mundo académico e no mundo profissional. Concluído o meu estágio, recebi um convite, o qual aceitei, para permanecer como colaborador da SINFIC. Esta minha nova fase na empresa, levou-me a participar em diversos projetos no sector público até Dezembro de 2006, altura em que fui convidado para fazer parte da equipa da KPMG Advisory.

7. Quais as atividades que desempenha enquanto Senior Advisor?
Numa empresa como a KPMG Advisory, é esperado que um Senior Advisor acumule funções de gestão de projeto e de gestão operacional das equipas, com uma componente muito ativa no próprio desenvolvimento dos trabalhos. No meu caso específico, assumo esse tipo de responsabilidades maioritariamente em projetos do sector bancário ou das telecomunicações, tanto em países mais óbvios como Portugal, Angola, Cabo Verde ou Grécia, mas também em locais menos prováveis como o Afeganistão ou o Iraque.

8. Quais os conselhos que deixa aos futuros diplomados?
Penso que o melhor conselho que alguém que já está no mercado de trabalho pode dar às pessoas que estão neste momento a iniciar (ou prestes a iniciar) a sua vida profissional, é que se esforcem ao máximo para dar sempre o maior valor acrescentado a tudo o que fazem, e que nunca se esqueçam que não há duas oportunidades de criar uma boa primeira impressão sobre a qualidade do seu trabalho.